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Blockchain pode revolucionar remessas internacionais

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Como a maioria já sabe, a tecnologia de contabilidade distribuída (DLT), como a blockchain, pode reduzir e muito o custo dos pagamentos internacionais. Para isso acontecer, os reguladores precisam parar de olhar para entidades individuais como bancos e comecem a olhar para toda a rede descentralizada. Isso é o que afirma o resultado de um trabalho produzido para o Banco de Compensações Internacionais de Basileia (BIS).

O objetivo é tornar mais baratos os atuais sistemas de remessas internacionais, hoje a grande maioria desses sistemas são considerados ultrapassados e caros demais.

Visando liberar o potencial da tecnologia blockchain, o estudo defende que é preciso primeiro se afastar das regras que tradicionalmente só apontam como se um único player central está no comando.

O trabalho foi escrito por uma equipe liderada pelo professor da Universidade de Luxemburgo Dirk Zetzsche:

“Aprimorar os pagamentos transfronteiriços é um problema multifacetado que requer uma abordagem abrangente, e a DLT pode ser uma maneira de lidar com essas ineficiências. O direito financeiro tradicionalmente assume que as funções estão concentradas em uma única entidade”.

O estudo também aponta que existe um conflito entre reguladores e o mundo das criptomoedas. De um lado, regulamentos financeiros tradicionais focam nas instituições apenas como bancos, e não é fácil encaixar pagamentos de blockchain ou contratos inteligentes nesse modelo antigo

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Na prática, os reguladores tendem a procurar intermediários sobre os quais podem ser atribuídas obrigações como combate à lavagem de dinheiro – no caso do mercado cripto, as empresas que fornecem serviços de negociações ou carteiras de ativos digitais.

Para Zetzsche, essa mentalidade precisar mudar de tal forma que os reguladores mirem o sistema distribuído como um todo, e não nós individuais da rede.

Benefícios de usar blockchain

Nos pagamentos internacionais, na maioria das vezes as instituições dependem de parcerias bancárias para transformar em correspondentes. Os bancos formam essas parcerias e vão aos poucos formando cartéis que aumentar gradativamente os preços das operações. No fim, quem paga o pato é sempre o usuário final, que precisar arcar com a tarifa que pode ser física ou pode ser um valor calculado em cima do valor da transferência.

Aí que entra a tecnologia blockchain. Ela pode ser usada para criar competição nesse mercado entre os prestadores de serviço de pagamento. Com mais opções, a spessoas poderão escolher o que funcionar da forma mais barata e melhor.

O mesmo estudo afirmou que a utilização de blockchain também aumenta a segurança das informações no que se refere a identificação mais fácil do cliente, o que significa que mais pessoas entram no sistema financeiro sem aumentar os riscos de lavagem de dinheiro.

A lavagem de dinheiro internacional é até hoje um dos maiores pesadelos das instituições bancárias e das autoridades internacionais.

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Para finalizar, afirmamos que a tecnologia DLT não é a única maneira de reduzir o custo das transferências internacionais. recentemente, outro artigo examinou o impacto de mudanças mais comuns, do dia a dia, como ter bancos centrais online à noite, nos feriados e fins de semana.

E a pergunta continua: Qual será o futuro para do sistema blockchain?

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